Muitas Risadas
terça-feira, 23 de setembro de 2014
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Curiosidades sobre alguns animais
Para muitas pessoas, algumas coisas evocam o medo como a imagem de um grande tubarão branco. Uma combinação de filmes e histórias da cultura popular difundida na mídia sobre ataques de tubarão acabou por criar esse medo universal desse animais. No entanto, os riscos que os tubarões infringem aos seres humanos são exagerados. Na verdade,os tubarões matam dez pessoas a cada ano. Pelo contrário, você tem dez vezes mais probabilidades de morrer sob os pés desajeitados de vacas comuns que fatalmente esmagam cerca de 100 pessoas a cada 12 meses.
Cervos são os animais mais perigosos para o homem
Muitos ficarão surpresos ao saber que os cervos matam mais pessoas a cada ano do que aranhas, cobras, ursos e lobos juntos. Devido a sua propensão para serem atropelados na estrada, eles acabam causando muitos acidentes fatais para os homens.
O uivado de um lobo não produz eco:
Lobos caçam em bandos coordenados, para comunicação a longa distância é fundamental que se comuniquem, pelos uivos. No entanto, os lobos caçam em áreas montanhosas, assim seu uivo fica vulnerável a ecos que podem distorcer a sua capacidade de se comunicar. Para combater isso, os lobos uivam em uma freqüência que não produz eco. Isto permite-lhes confirmar a localização exata de seus parceiros de caça, que os ajuda na emboscadade sua presa.
Metade de todos os orangotangos tem ossos quebrados:
Orangotangos parecem flutuar através de ramos, de árvore em árvore com relativa facilidade. No entanto, quase todos os orangotangos sofrem quedas graves, pelo menos, algumas vezes em suas vidas. Prova disso é o fato de que 50 por cento dos orangotangos adultos têm algum osso fraturado em seu corpo.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Pornô feito por mulheres para mulheres
Cai a última reserva de mercado dos homens: agora elas também dirigem filmes pornográficos
MARCELA BUSCATO COM FERNANDA COLAVITTI
MODELO, ATRIZ E DIRETORA
Courtney Trouble posa para um cartaz de divulgação de seu novo filme, Roulette (Roleta). Ela filma sexo prioritariamente homossexual do mundo underground
Courtney Trouble posa para um cartaz de divulgação de seu novo filme, Roulette (Roleta). Ela filma sexo prioritariamente homossexual do mundo underground
Um ex-templo metodista construído no século XIX – a igreja Berkeley, em Toronto, no Canadá – abrigará em 24 de abril o evento mais profano de sua história: a entrega do Prêmio do Pornô Feminista. A competição escolhe desde 2006 os melhores filmes pornográficos feitos para mulheres, e neste ano há 46 finalistas disputando um troféu em formato de pênis estilizado. Trata-se de um recorde de participantes. E de uma revolução. As mulheres, que sempre estiveram à frente das câmeras nesse tipo de produção, como atrizes, agora estão atrás das câmeras, dirigindo. Elas querem criar filmes que mostrem a sexualidade da mulher de uma forma mais positiva e que sejam, simultaneamente, mais excitantes para as próprias mulheres. Cineastas como a sueca Erika Lust, a alemã Petra Joy, a britânica Anna Span e a americana Tristan Taormino dizem que adequaram a pornografia às necessidades da mulher. “Os pornôs para mulheres mostram o que queremos ver: atrizes com quem possamos nos identificar, homens bonitos, mulheres tendo prazer e, claro, um pouco de romance”, afirma a canadense Alison Lee, gerente da Good for Her, loja pornô para o público feminino que organiza a premiação.
Esta onda de pornografia feminina é uma resposta a um fenômeno mais amplo. As mulheres viraram grandes consumidoras de conteúdo erótico. No Reino Unido, a consultoria Nielsen constatou que em apenas um ano cresceu 30% o número de mulheres que consomem pornografia por meio da internet. Nos Estados Unidos, segundo dados da consultoria Nielsen, as mulheres já representam 30% da audiência dos filmes adultos na internet. Uma enquete realizada pelo tabloide The Sun sugere que 66% das mulheres assistem a filmes pornôs e que 87% são casadas ou mantêm um relacionamento duradouro. As brasileiras não ficam atrás. Uma pesquisa feita pelo Ibope afirma que 28% do público dos sites adultos é feminino.
O principal fator que abriu às mulheres o acesso à pornografia foi a privacidade da internet. É o que diz a designer de moda carioca que prefere ser identificada como B., o pseudônimo que usa em seu blog A Vida Secreta, sobre sexo. Ela tem 38 anos e é consumidora de material erótico na internet desde 2003, quando conseguiu seu próprio computador: “Passei a buscar material mais ousado. Se não gostasse, simplesmente deletava”. A designer diz que gosta de filmes pornôs feministas porque neles a “química” entre os atores é fundamental. “Acho que toda mulher, mesmo as que curtem sexo casual, gosta de sentir um mínimo de envolvimento.” B. acredita que a pornografia melhorou sua vida sexual. “Descobri que é normal ser anormal”, diz.
As diretoras feministas colocam essa nova consumidora como alvo de seus filmes. Os enredos têm tramas mais complexas (algumas até com pretensões experimentais) em que os sentimentos das mulheres são levados em conta. Um exemplo, extraído do filme Five hot stories for her, da diretora Erika Lust: a mulher chega em casa e encontra o marido com outra, na cama. Em vez de terminar em ménage, como seria obrigatório num roteiro de pornô clássico, a cena toma outra direção. A mulher traída vai embora e procura sexo com outro homem. Há, nos filmes, muito sexo entre mulheres (há um mercado de lésbicas a ser atendido) e sexo entre homens, algo que excita as mulheres (a diretora Courtney Trouble se especializou em gays underground). Os homens são invariavelmente bonitos, em vez de truculentos. Se fosse possível resumir o movimento em um única imagem, seria algo como o seriado Sex and the citycom sexo explícito. Com essas inovações, subverte-se a lógica da pornografia que deixava as feministas iradas. Elas acusavam os filmes feitos por homens de degradar a imagem da mulher e de incitar a violência sexual ao mostrar apenas a realização de fantasias masculinas: mulheres submissas que fingiam prazer e serviam de objeto sexual. Uma frase da americana Robin Morgan resume o ponto de vista das feministas sobre a pornografia tradicional: “A pornografia é a teoria, o estupro a prática”.
A invasão da indústria de entretenimento adulto pelo ponto de vista feminino começou quando pioneiras, como a americana Candida Royalle, decidiram mostrar suas ideias. No fim da década de 70, Candida, então atriz pornô que se dizia insultada pelos filmes que ela própria encenava, procurava empresas dispostas a colocar no mercado os filmes que ela planejava produzir, seguindo o que sua consciência mandava. Ela diz que sonhava com filmes que excitassem de verdade as mulheres: com uma história criativa, e não um pretexto simplista para os atores tirarem a roupa em menos de meio minuto: “Queria ver homens que parecessem ter cérebro, e não apenas um pênis ereto. E que se preocupassem em dar prazer às parceiras”. Ainda na década de 80, Candida conseguiu uma distribuidora, montou a própria produtora, a Femme Productions, e começou a fazer sucesso com filmes como Three daughters, que contava as descobertas sexuais de três irmãs.
Prato do Dia
Um sujeito está de férias na Espanha e vai a um restaurante típico. Pede ao garçom que lhe traga a especialidade da casa e, alguns minutos depois, chega um prato com batatas, milho e duas enormes bolas de carne. - O que é isso? - pergunta o turista. - Cojones, señor. - responde o garçom. - E o que são cojones? - Cojones são os testículos do touro que morreu na arena hoje. O sujeito experimenta, meio desconfiado, mas acaba descobrindo que o prato é extremamente saboroso. Tanto que, no dia seguinte, volta ao restaurante e pede a mesma coisa. Para sua surpresa, desta vez as bolas de carne são muito menores que as do dia anterior. Indignado, o turista chama o garçom. - O que é isso? - Cojones, señor... - Não são mesmo! Eu comi cojones aqui ontem e os testículos eram bem maiores! - Bem, señor, o touro não perde sempre...
Saber quando alguem esta mentindo!
1º A pessoa desvia o olhar e não olha diretamente em seus olhos!
Olhos são mais sinceros que palavras, e uma pessoa que está conscientemente mentindo receia que, através do olhar, transmita um sentimento que o contradiga (provavelmente, nervosismo, ansiedade ou uma ponta de arrependimento).
2º Começa a se coçar!
Não são exatamente se coçar , e sim um tipo de ansiedade (você que ja mentiu sabe do que eu estou falando).
A pessoa que está mentindo tende a falar mais do que de costume.

4º Mudanças Emocionais
A frequência e a duração de gestos emocionais, como sorrisos, gargalhadas, abraços e até tapinhas nas costas difere do habitual, uma vez que a pessoa perde a espontaneidade ao fingir suas próprias reações.
5º Tenta mudar de Assunto
Ao mudar constantemente o foco da conversa, o mentiroso tenta criar um novo contexto e evitar que a outra pessoa, ao repensar um tópico do assunto anterior, perceba a mentira.
6º Terá desequilibrio
Uma pessoa tranquila e relaxada permanece algum tempo na mesma posição. Alguém ansioso, ao contrário, costuma ficar mudando o peso corporal de um pé para outro.
7º Explica de mais o "Assunto"
Ao menos que seja um mentiroso profissional e improvisador, a pessoa que conta uma mentira ensaiou mentalmente antes, elaborou um cenário e detalhes para parecer convincente e elencou justificativas para possíveis perguntas. Se alguém chega até você um um discurso espontaneamente elaborado demais, pode ser mais sina.
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